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segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Vida saudável


"Vida saudável" é um dos temas que a escola Dr. Vieira de Carvalho organizou para os alunos da nossa escola. Foram feitas várias palestras e debates de diversos temas. Falou-se também de hábitos de vida, de alimentação saudável, do stress…

O presidente do Conselho Executivo, Professor Mesquita, disse que a comemoração do aniversário é uma homenagem ao patrono da nossa escola, Dr. Vieira de Carvalho. Com estas iniciativas queremos dignificar duas coisas: a nossa escola e o seu patrono.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

A Freguesia de Vila Nova da Telha



Local com algum povoamento na época romana tendo, após a Reconquista Cristã, sido reorganizada e aparecendo em 1258 com a designação de "Vila Nova".

Conta a história que nesta freguesia eram produzidas telhas de barro em grandes quantidades.O quartel do Santo Ovídio em Vila Nova de Gaia, e o Mosteiro de Leça de Balio foram alguns dos monumentos em que foram usadas telhas fabricadas nesta freguesia. Em 1678, o Bispo do Porto, Dom João de Sousa, designou nas constituições que Vila Nova passaria a chamar-se Vila Nova da Telha.

A Vila Nova da Telha é uma freguesia portuguesa do concelho da Maia, com 6,06 km quadrados de área e 5368 habitantes (2001).

Densidade:885,8 hab/km quadrados.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Moreira da Maia - A nossa Vila


A freguesia de Moreira é uma das mais históricas e antigas da região de entre o Douro e Ave, ou seja "da Mui antiga Terra da Maia". A "Vila Moraria", como é referida pelos notários de meados da Idade Média, aparece pela primeira vez de forma segura referida em documentos do início do sec. x, isto é, quase dois séculos antes do nascimento de Portugal.
A isto se deve o facto de nesses tempos recuados se ter sediado um Mosteiro que, algumas décadas mais tarde, se viria a transformar numas das importantes instituições religiosas entre Douro e Ave: o mosteiro do Divino Salvador de Moreira, que é hoje a Igreja Matriz de Moreira, e que por ter instituído um centro de peregrinação e demonstração de fé, merece o título de "Catedral das Terras da Maia".


No interior é de realçar o revestimento azulejar, a talha dourada, algumas imagens dimensionadas à escala humana, bem como um imponente orgão setecentista (único em Portugal) que foi da autoria do organeiro alemão Arpshnitger, e restaurado recentemente.


Existe também a relíquia do Santo Lenho de Moreira, já referida no testamento de Gonçalo Guterres, em 1085. Trata-se de um pequeno pedaço de madeira que se crê ter pertencido à Cruz de Cristo, e que se encontra encostado num esplêndido relicário, verdadeira jóia da ourivesaria portuguesa.

No que diz respeito ao património arquitectónico religioso, há ainda a salientar as capelas da Senhora Mãe dos Homens e de Cristo-Rei em Pedras- Rubras, Santo António na Guarda, Santa Luzia em Crestins e o Cruzeiro do Padrão de Moreira, setecentista.

Há ainda outras construções de realce, casas, quintas, pontes, aeroporto, etc.

Em Moreira veio acampar o exército de D. Pedro IV, desembarcado em Pampelido, em 1832, num local do lugar de Pedras Rubras, ainda hoje chamado "Campo do Exército do Libertador" (Largo da Feira). D. Pedro IV pernoitou a poucos metros dali, numa casa pertencente a um lavrador de nome Martins de Andrade, que ficou na Rua de Pedras Rubras, e que tem uma lápide na parede,relembrando tal facto.

Moreira foi a terra de Portugal continental onde, pela primeira vez, acampava o exército liberal que, marchando sobre o Porto, daria início à guerra civil, de que resultaria o regime Constitucional que perdurou até à Implantação da República.

Trabalho elaborado pelo Grupo 2